Comissões e se reúnem e definem que aulas não devem voltar em Bálsamo | Prefeitura de Bálsamo
 Imprimir Postagem
Comissões e se reúnem e definem que aulas não devem voltar em Bálsamo

Segundo deliberado com votação unânime, às aulas ficarão remotas, nos mesmos moldes do ano passado, pelo menos durante o primeiro bimestre.

 

Da Assessoria.

 

        No dia 28 de janeiro, a vice prefeita Mônica Garcia esteve reunida com os conselhos municipais de educação e saúde e com os vereadores e departamento jurídico na prefeitura para discutirem à volta as aulas em Bálsamo.

        Na reunião ficou definido que fica inviável a voltas ás aulas no município devido à alta do contágio do Coronavírus na cidade e região. “Estamos na fase laranja e podemos ainda entrar na fase vermelha com leitos hospitalares sendo ocupados muito rápidos e temos esta preocupação com nossas crianças”, disse Mônica que representou o prefeito Du Lourenço que estava em viagem a São Paulo.

        Segundo deliberado com votação unânime, às aulas ficarão remotas, nos mesmos moldes do ano passado, pelo menos durante o primeiro bimestre (até o dia 16 de abril). “Voltaremos a nos reunir dias antes da possível volta para analisarmos o cenário e decidirmos se retornaremos as atividades normais ou pelo menos com uma porcentagem de alunos, diversificando dias, de acordo com a fase que estaremos”, comentou o diretor municipal de educação João Manoel Fonte, representando o Conselho Municipal de Educação.

        Para o Dr. Manuel Silva, diretor municipal de saúde, a volta implicaria em diversos problemas. “Vim com o diálogo de não voltar. Como profissional da saúde sou contra, mas encontrei todos com a mesma ideia”, frisou o diretor que estava representando o Conselho Municipal de Saúde.

        A maioria dos profissionais de educação e saúde seriam favoráveis à volta desde que fossem mais seguras e planejadas e este não é momento. As educadoras, principalmente do maternal e infantil, ponderam que é impossível controlar uma criança com a atividade motora em desenvolvimento seguir os protocolos de prevenção. “Privar uma criança de brincar ou ter contato com outra é inadmissível e difícil de controlar. É melhor ela ficar em contato em casa com seus próximos do que deixa-las com outras crianças e privá-las de contato. Seria frustrante para elas”, defendem.

        Uma cópia da ata da reunião com a votação e os principais temas contrários será enviada para a Diretoria Regional de Ensino que, posteriormente, encaminhará a Secretaria Estadual de Educação.

Comentários

Indique para um amigo

Use este formulário para indicar esta postagem para um amigo.

 Digite o texto no campo abaixo.

Mais notícias sobre Educação