Gerente de Negócios da CPFL Paulista veio a Bálsamo atendendo ao pedido do prefeito Du Lourenço e do presidente da câmara Paulo Silingardi

Gerente de Negócios da CPFL Paulista veio a Bálsamo atendendo ao pedido do prefeito Du Lourenço e do presidente da câmara Paulo Silingardi

Da Assessoria

Corrêa Netto

Na terça-feira, dia 17 de janeiro o gerente de negócios da CPFL Paulista Marco Antônio de Carvalho,que responde interinamente o setor do titular Luiz Antonio Gomes, esteve na câmara municipal de Bálsamo atendendo a um convite feito pelo presidente do legislativo vereador Paulo Silingardi e do prefeito Du Lourenço.

A principio o profissional foi questionado o porquê de a CIP (Contribuição de iluminação pública) ter oscilado tanto no último semestre.  Foi respondido que a lei criada em 2009 ora dava preferência para o aumento de acordo com a inflação, ora de acordo com o aumento da própria conta de luz, pois, o reajuste é determinado pelo município e não pela CPFL. Coisa que terá que ser revista pelos vereadores e deixar a lei mais clarividente à transparência e optar apenas para uma opção de acréscimo aos munícipes contribuintes. A cobrança da CIP em Bálsamo beirou a casa de R$ 20 reais por domicilio no ano passado, hoje está em torno de R$ 14 reais e para o prefeito, mesmo assim, continua sendo oneroso para a população.

Marco Antônio que responde por 23 municípios do estado disse que a CPFL é uma empresa parceira do poder público, por entender que o negócio funciona como uma via de mão dupla. “Tem que atender o município à altura da população e a empresa tem que trabalhar no lucro, caso contrário, um ou outro, fica prejudicado”, salientou. Para o profissional cada setor da prefeitura representa um cliente em potencial da CPFL.

O profissional disse que é política da empresa fazer um trabalho voltado para a população, dando ênfase para o social  e que compareceu à Bálsamo para igualar a informação nesse primeiro momento, apresentando um encontro de contas informando que a cidade pode se enquadrar em cliente com saldo credor ou devedor e o saldo credor deve voltar para o consumidor.

Desde 2012 a manutenção ficou por conta do município e o prefeito Du Lourenço disse que exigirá uma redução de 30% a 40% da empresa terceirizada que presta o serviço.

Existem poucos municípios que ainda não dão manutenção por causa de liminares judiciais, porém a CPFL encontra dificuldade em atendê-los, não é o caso de Bálsamo que já teve serviços atendidos em 2017 antes das 24 horas da solicitação do mesmo, segundo Carvalho.

Outro assunto que foi discutido, são as constantes quedas de energia elétrica que ocorrem na cidade e o gerente de negócios disse que levará o problema para ser colocado em reunião com a diretoria da empresa. Hoje Bálsamo conta com 4.210 relógios medidores na área urbana, sendo que desses, 461 não contribuem com a CIP por enquadrarem na faixa social que não atende ao consumo do produto.